Encouraging Best Practices for sustainable Turtle Watching

June 29, 2016

 

Cabo Verde is a strategic location for observing the nesting of the Loggerhead turtle females (Caretta caretta). In the last five years, the demand for activities related to turtle watching has exponentially grown in Sal Island. It is estimated that more than 15,000 people annually visit the island's beaches during the nesting period (July to September) to see the Loggerhead females laying their eggs.

This business opportunity has been taken advantage of by a growing number of service providers and companies offering tours turtle walks. However, the l

 

ack of regulation and supervision of this industry, linked to poor performance of some individuals on the beach has generated some negative impacts on turtles and their nests.

In this vein, last June 28 was organized a workshop on "Best Practices Turtle Watching Excursions", where Project Biodiversity shared relevant information on best practices and sustainable procedures for turtle watching.

The event was the result of a partnership between Sal Guides Association (Guiantur), Project Biodiversity, and The Travel Foundation. Additionally, during the workshop a brochure of Best Practices was distributed, developed in collaboration with the National Environment Directorate (DNA).

 

In total more than 60 people attended to the workshop, between tour operators and independent guides.

 

 

Encorajando Boas Práticas para Observação sustentável das tartarugas marinhas

 

Cabo Verde é um ponto estratégico para a observação da desova da tartaruga Cabeçuda (Caretta caretta). Nos últimos cinco anos tem-se produzido um aumento exponencial da procura de atividades relacionadas com a observação das tartarugas marinhas na ilha do Sal. Estima-se que mais de 15.000 pessoas visitam anualmente as praias da ilha durante o período de desova para ver as tartarugas fêmeas fazerem os seus ninhos.

 

Essa oportunidade de negócio vem sendo aproveitada por um número crescente de prestadores de serviço e empresas que oferecem excursões de “turtle walks”. Entretanto, a falta de regulamentação e fiscalização dessa modalidade, juntamente com à fraca capacitação de alguns indivíduos, tem gerado alguns impactos negativos nas tartarugas, nos ninhos e nos filhotes.

 

É neste contexto que no passado dia 28 de Junho foi organizado um workshop sobre “Boas Práticas na Observação de Tartarugas Marinhas”, onde foram partilhadas informações pertinentes sobre as melhores práticas e procedimentos sustentáveis para a atividade de observação de tartarugas marinhas.

 

O evento foi fruto de uma parceria entre a Associação de Guias do Sal (Guiantur), a Associação Projecto Biodiversidade, e a Travel Foundation. Adicionalmente, durante o workshop foi distribuída uma panflete de Boas Práticas, elaborada em colaboração com a Direção Nacional do Ambiente.

 

No total houve a presença de mais de 60 pessoas, entre agências fornecedoras de excursões e guias independentes.

 

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July 29, 2015

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